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O fim da vida: Como garantir dignidade nas últimas fases do envelhecimento?

Diego Velázquez
Diego Velázquez 18 de maio de 2026
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Yuri Silva Portela
Yuri Silva Portela

Falar sobre o fim da vida ainda é um tabu para muitas famílias e profissionais de saúde. No entanto, o doutor Yuri Silva Portela, pós-graduado em Geriatria, com ampla expertise na área e fundador do projeto social Humaniza Sertão, analisa que falar sobre o fim da vida com antecedência é um ato de amor e de respeito pela autonomia do idoso. Adiar essa conversa tem um custo real: idosos chegam às fases mais delicadas de sua existência sem ter expressado seus desejos, famílias tomam decisões angustiantes sem saber o que o ente querido teria escolhido e médicos enfrentam dilemas éticos que poderiam ter sido resolvidos com diálogo antecipado. 

Neste artigo, você vai entender por que esse diálogo é necessário, como a medicina geriátrica humanizada aborda o fim de vida e de que forma as famílias podem se preparar para acompanhar essa fase com mais consciência e mais paz. Acompanhe!

Por que é tão difícil falar sobre o fim da vida?

A dificuldade de falar sobre a morte e sobre o fim da vida tem raízes culturais, emocionais e existenciais profundas. Em uma sociedade que celebra a juventude, a saúde e a produtividade, a velhice e a finitude são frequentemente tratadas como assuntos a evitar, como se ignorá-los pudesse adiá-los. No entanto, essa postura de evitação, embora compreensível do ponto de vista emocional, tem consequências práticas sérias para os idosos e suas famílias quando as decisões sobre o fim de vida precisam ser tomadas com urgência e sem preparação.

Segundo o doutor Yuri Silva Portela, uma das contribuições mais valiosas que um geriatra pode oferecer ao seu paciente e à sua família é criar um espaço seguro para que essa conversa aconteça com antecedência. Discutir com o idoso o que ele considera qualidade de vida, quais intervenções médicas deseja ou não em caso de doença grave, onde prefere receber cuidados nas fases finais e como deseja ser lembrado são conversas que, quando feitas com cuidado e respeito, produzem alívio e clareza para todos os envolvidos.

A cultura do sertão nordestino tem uma relação com a morte que é mais direta e mais integrada ao cotidiano do que a encontrada nos grandes centros urbanos. Velórios comunitários, rituais de despedida e uma espiritualidade que contextualiza a morte dentro de uma narrativa de sentido são elementos que podem facilitar essas conversas quando abordados com respeito e sensibilidade. 

O que são diretivas antecipadas de vontade e por que importam?

As diretivas antecipadas de vontade são documentos por meio dos quais uma pessoa pode registrar, enquanto ainda está em plena capacidade de decisão, suas preferências sobre os cuidados de saúde que deseja ou não receber caso fique impossibilitada de se expressar no futuro. No Brasil, esses documentos são reconhecidos pelo Conselho Federal de Medicina e representam um instrumento valioso de proteção da autonomia do paciente nas fases finais da vida.

Para o idoso, elaborar uma diretiva antecipada de vontade é uma forma de garantir que suas escolhas sejam respeitadas mesmo quando não puder mais expressá-las diretamente. De modo que, é também uma forma de aliviar o peso das decisões de seus familiares, que frequentemente se sentem sobrecarregados pela responsabilidade de escolher por alguém que amam sem saber ao certo o que essa pessoa teria desejado. 

De acordo com Yuri Silva Portela, orientar pacientes e famílias sobre as diretivas antecipadas de vontade faz parte de um atendimento geriátrico verdadeiramente comprometido com a autonomia do idoso. Essa orientação não é sobre promover a morte, mas sobre garantir que a vida seja vivida até o final nos termos do próprio paciente, com respeito por seus valores e por sua história.

Como acompanhar um familiar idoso nas fases finais da vida?

Acompanhar um familiar nas fases finais da vida é uma das experiências mais intensas e transformadoras que o ser humano pode vivenciar. Ela exige presença, paciência, coragem emocional e uma capacidade de suspender as próprias necessidades em favor das necessidades de quem está partindo. Não existe manual perfeito para esse processo, mas algumas orientações podem ajudar as famílias a atravessá-lo com mais consciência e mais paz.

Yuri Silva Portela
Yuri Silva Portela

A primeira e mais importante é estar presente. A presença física, silenciosa quando necessário, é um dos gestos de cuidado mais poderosos disponíveis nas fases finais da vida. Saber que alguém está ali, que não está sozinho, que é amado: esse é um conforto que nenhuma medicação consegue replicar. Além disso, a segunda orientação é ouvir mais do que falar. O idoso nas fases finais da vida frequentemente tem histórias para contar, despedidas para fazer e palavras para dizer que merecem ser recebidas com total atenção.

Dignidade no fim de vida como direito e como responsabilidade coletiva

Morrer com dignidade não é privilégio de quem tem recursos. É um direito humano fundamental que precisa ser garantido a todos os cidadãos, independentemente de sua condição social, geográfica ou econômica. De maneira que garantir esse direito exige um sistema de saúde comprometido com os cuidados paliativos, profissionais treinados para acompanhar o fim de vida com humanização e uma cultura social que trate a morte como parte natural e digna da existência humana.

Yuri Silva Portela evidencia que o Humaniza Sertão, ao incluir em sua atuação orientações jurídicas e suporte psicológico que alcançam comunidades vulneráveis do interior cearense, contribui para que o direito à morte digna não seja um conceito abstrato, mas uma realidade acessível a pessoas que de outra forma não teriam acesso às ferramentas necessárias para exercê-lo. 

A forma como uma sociedade trata seus idosos no fim da vida diz muito sobre seus valores mais profundos. Uma medicina que se compromete com a dignidade do idoso até o último momento é uma medicina que levou a sério seu propósito mais essencial. E uma família que acompanha esse processo com presença e amor está oferecendo o maior presente que um ser humano pode dar a outro: o de não estar sozinho.

Humanizar o fim de vida é honrar toda uma existência

O cuidado humanizado no fim da vida é o último e um dos mais importantes gestos que a medicina pode oferecer ao idoso. Ele reconhece que cada vida tem valor até o último momento, que a dignidade não expira com a saúde e que o amor e a presença humana são formas de cuidado que nenhuma tecnologia pode substituir.

A prática do doutor Yuri Silva Portela e o trabalho do Humaniza Sertão demonstram que esse cuidado é possível em qualquer contexto, desde que haja comprometimento com os valores que tornam a medicina verdadeiramente humana. Do diagnóstico à última despedida, o compromisso com a dignidade do idoso permanece o mesmo.

Converse com quem você ama sobre o fim da vida antes que seja urgente. Essa conversa, por mais difícil que pareça, é um ato de amor que pode fazer toda a diferença quando chegar a hora.

Autor: Diego Rodríguez Velázquez

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