Como comenta o empresário especialista em educação, Sergio Bento de Araujo, a educação ocupa um papel central nas transformações sociais e, nos últimos anos, passou a conviver com um público cada vez mais conectado, dinâmico e habituado ao uso constante da tecnologia.
Isto posto, compreender esse novo perfil de aluno é um passo essencial para que escolas e professores consigam manter o interesse e a participação ativa em sala de aula. Ao longo deste artigo, você vai entender como essas mudanças acontecem na prática e quais caminhos podem ser seguidos para fortalecer o engajamento dos alunos.
A educação e o novo comportamento dos alunos digitais
A educação contemporânea convive com estudantes que cresceram em meio a telas, redes sociais e acesso rápido à informação. Esse contexto influencia diretamente a forma como eles se concentram, interagem e constroem conhecimento. A atenção tende a ser mais fragmentada, enquanto a expectativa por respostas rápidas e conteúdos visuais é maior do que em gerações anteriores.

Segundo Sergio Bento de Araujo, ignorar essas mudanças pode ampliar a distância entre o conteúdo escolar e a realidade dos alunos. Isso não significa abandonar os fundamentos do ensino, mas reconhecer que o comportamento digital impacta a maneira de aprender. A educação, nesse sentido, precisa dialogar com esse novo ritmo, sem perder a profundidade e o senso crítico.
Como a educação pode manter o engajamento em sala de aula?
Uma das maiores preocupações das instituições de ensino está relacionada ao engajamento. A educação enfrenta o desafio de competir com estímulos externos constantes, como aplicativos, jogos e redes sociais. Para lidar com isso, professores precisam repensar a forma como apresentam os conteúdos e conduzem as atividades.
Como pontua o especialista em educação, Sergio Bento de Araujo, o engajamento não depende apenas de tecnologia, mas da forma como ela é integrada ao processo educativo. A educação ganha força quando propõe desafios, incentiva a participação e permite que o aluno se sinta parte ativa da construção do conhecimento, e não apenas um receptor de informações.
Metodologias mais participativas, projetos colaborativos e debates orientados são exemplos de práticas que ajudam a manter o interesse. Quando o aluno percebe sentido no que aprende, a educação se torna mais próxima da sua realidade e, consequentemente, mais atrativa.
As metodologias ativas como aliadas da educação digital
As metodologias ativas têm se destacado como estratégias importantes para aproximar a educação das novas gerações digitais. Elas colocam o aluno no centro do processo, estimulando autonomia, pensamento crítico e resolução de problemas reais. Esse modelo rompe com a lógica tradicional baseada apenas na exposição do professor.
De acordo com o empresário Sergio Bento de Araujo, a adoção dessas metodologias contribui para tornar a educação mais significativa. Ao participar ativamente das atividades, o estudante desenvolve habilidades que vão além do conteúdo teórico, como colaboração, comunicação e responsabilidade. Entre elas, é possível citar práticas que favorecem a interação e o aprendizado contínuo:
- Aprendizagem baseada em projetos: os alunos desenvolvem atividades práticas a partir de problemas reais, conectando teoria e aplicação de forma mais concreta;
- Sala de aula invertida: o conteúdo é estudado previamente, enquanto o tempo em sala é dedicado a discussões, exercícios e aprofundamento;
- Gamificação no ensino: elementos de jogos são incorporados às aulas para aumentar o engajamento e a motivação dos estudantes;
- Trabalhos colaborativos: atividades em grupo estimulam a troca de ideias e o aprendizado coletivo.
Essas estratégias mostram que a educação pode ser dinâmica sem perder qualidade. Ao final, o objetivo é criar um ambiente mais participativo e alinhado às expectativas dos alunos digitais.
O papel dos professores na adaptação da educação
A transformação da educação passa, inevitavelmente, pelo papel do professor. Mais do que dominar ferramentas digitais, o educador precisa assumir uma postura aberta à inovação e à aprendizagem contínua. Isso envolve atualizar práticas, experimentar novas metodologias e observar as respostas dos alunos.
Conforme ressalta Sergio Bento de Araujo, o professor continua sendo uma figura central no processo educativo, mesmo em um cenário altamente tecnológico. A diferença está na função que assume, atuando como mediador, orientador e facilitador do conhecimento, e não apenas como transmissor de conteúdo.
A educação em transformação para um futuro mais conectado
Em conclusão, a educação vive um momento de adaptação necessário, impulsionado pelas mudanças no comportamento das novas gerações digitais. Pois, ao compreender esse cenário, escolas e professores conseguem ajustar metodologias, fortalecer o engajamento e tornar o aprendizado mais significativo.
Portanto, investir em práticas participativas, metodologias ativas e no papel estratégico do professor são caminhos que contribuem para uma educação mais alinhada ao presente e preparada para o futuro. No final, ao acompanhar essas transformações, o ensino mantém sua relevância e amplia seu impacto na formação dos alunos.
Autor: Dmitry Petrov